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Entendendo a Matricialidade Sociofamiliar: O Coração do SUAS.

  • Foto do escritor: Hermes Vissotto
    Hermes Vissotto
  • há 4 horas
  • 1 min de leitura

Se você atua na assistência social ou estuda a área, já deve ter ouvido o termo "Matricialidade Sociofamiliar". Mas, afinal, por que essa palavra complicada é tão importante? Em termos simples, ela define que a família é o centro de tudo.


Historicamente, o Estado brasileiro olhava para os problemas de forma "picada": cuidava da criança de um lado, do idoso do outro e da pessoa com deficiência em outro canto. A matricialidade veio para dizer: "Pare! Essas pessoas vivem juntas. Se a família não estiver bem, o indivíduo dificilmente estará."







Trabalhar a matricialidade não significa "jogar a responsabilidade nas costas da família". O Estado deve prover as condições (renda, serviços, saúde) para que a família consiga ser esse porto seguro.


A matricialidade é, acima de tudo, um exercício de empatia e estratégia. É entender que, para salvar o fruto, precisamos cuidar da árvore e do solo onde ela está plantada.


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