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🟣 Guia de Pesquisa – Sala 08

Galeria de Arte e Expressão Negra

1. Objetivo da sala

Celebrar a riqueza artística e cultural da população negra em toda a sua diversidade, desde as tradições africanas até as expressões contemporâneas afro-diaspóricas.
Mostrar que a arte negra é linguagem de existência, resistência, beleza e ancestralidade.

Essa sala deve emocionar, inspirar e convidar o visitante a reconhecer e valorizar a estética negra como patrimônio global da humanidade.

 

2. Questões norteadoras da pesquisa

• Como os legados artísticos africanos se transformaram no Brasil?
• O que caracteriza a estética negra e suas diversas linguagens?
• Como a resistência cultural se expressa na arte visual, música, dança, literatura e performance?
• Quais são os símbolos da memória e espiritualidade preservados pela arte negra?
• Como a cultura negra conquistou espaços de museus, galerias e grandes palcos?
• De que forma a arte negra constrói futuros e referenciais positivos para juventudes?

 

3. Fontes obrigatórias e materiais de apoio

Instituições de referência
• Museu Afro Brasil
• MUBE e Pinacoteca (acervos com arte afro-brasileira)
• Instituto Nacional de Museus e centros culturais periféricos
• Festivais de cultura negra (como a Bienal Black Brazil Art)

Pesquisadores, curadores e artistas essenciais
• Emanoel Araújo (curadoria do Afro Brasil)
• Rosana Paulino
• Ayrson Heráclito
• Abdias do Nascimento (culturas negras)
• Hélio Oiticica (relacionado ao samba e favela)
• Criadores de moda afro e designers negros contemporâneos

Materiais complementares
• Vídeos de performances
• Fotografias de arte urbana e periferia
• Arte digital e NFTs afro-diaspóricas
• Registros de religiões de matriz africana
• Poemas e slams

 

4. Elementos visuais e acervos digitais

• Galeria digital interativa com diversas linguagens (dança, pintura, escultura, música, audiovisual)
• Mural virtual com símbolos Adinkra e geometria africana
• Paredes com obras de artistas negros brasileiros e africanos
• Espaço sonoro (tambores, jazz, samba, funk, hip hop, afrobeat)
• Instalações e objetos sagrados respeitando contexto originário
• Estação para registrar depoimentos de visitantes:
“O que o orgulho negro significa para você?”

⚠️ Respeitar atribuição ética: nada de apropriação cultural sem contexto.

 

5. Personagens, elementos e marcos essenciais

• Capoeira, Candomblé e Congado como expressões artístico-espirituais
• Literatura negra brasileira (Carolina Maria de Jesus, Conceição Evaristo)
• Danças afro-brasileiras, samba, passinho, vogue
• Filmes produzidos e protagonizados por pessoas negras
• Arte urbana periférica e moda afro
• Estética do cabelo crespo como escultura viva

 

6. Produtos finais esperados para entrega

Obrigatórios
• Texto base (600–900 palavras), com linguagem poética e celebrativa
• Galeria de obras com descrição e créditos completos
• 6 cards sobre linguagens artísticas negras
• Linha do tempo da arte negra (África → Brasil → Mundo)
• Vídeo de 1 minuto com expressões artísticas selecionadas

Opcionais recomendados
• Ativação interativa: “Crie sua arte com padrões africanos”
• QR Codes para playlists, performances e artistas independentes
• Experiência de realidade aumentada para obras selecionadas

 

Observação curatorial

Esta sala é a explosão final da narrativa do MUPEN.
Depois da dor e da resistência, aqui o visitante encontra celebração, excelência, identidade e futuro.

Ela deverá servir como convite para pertencimento e como ponto de partida para novos percursos de aprendizagem e orgulho.

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