Os Invisíveis que Precisam ser Vistos: Entendendo os GPTE.
- Hermes Vissotto

- 20 de fev.
- 1 min de leitura

Para a nossa nova edição da Revista JS, mergulhamos no universo dos GPTE (Grupos Populacionais Tradicionais e Específicos). Identificar esses grupos é o primeiro passo para garantir que o Estado não atue de forma fragmentada ou desigual.
O GPTE são grupos que possuem formas próprias de organização social e mantêm vínculos culturais, territoriais ou comunitários. Eles vivenciam vulnerabilidades específicas e são reconhecidos por autodeclaração no Cadastro Único, sem necessidade de comprovação documental no ato do registro.
Tradicional x Específico: Qual a diferença?
Embora a sigla os una, os conceitos se distinguem pela natureza do vínculo:
Grupos Tradicionais: São marcados pela ancestralidade e identidade cultural profunda. O modo de vida está intrinsecamente ligado ao território e ao meio ambiente (como indígenas, quilombolas e ribeirinhos).
Grupos Específicos: São definidos por uma situação conjuntural ou atividade social/econômica específica, muitas vezes transitória (como pessoas em situação de rua ou atingidos por obras).
Guia de Classificação dos 16 GPTE
Abaixo, listamos os 16 grupos reconhecidos, classificados conforme sua natureza predominante:
A identificação correta desses grupos permite que o SUAS priorize quem mais precisa, combatendo a invisibilidade histórica.

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