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CRAS: O Coração da Proteção Social e o Papel Estratégico de sua Coordenação.

  • Foto do escritor: Hermes Vissotto
    Hermes Vissotto
  • 22 de fev.
  • 1 min de leitura

O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) é, muitas vezes, o primeiro porto seguro para famílias em situação de vulnerabilidade. Mas, longe de ser apenas um local de cadastro para benefícios, o CRAS é uma unidade pública estatal que funciona como o "coração" da rede socioassistencial no território.


Nesta edição, a Revista JS mergulha nas engrenagens dessa estrutura e destaca a figura central que faz a engrenagem girar: o Coordenador do CRAS.


A Porta de Entrada para a Cidadania

Localizado prioritariamente em áreas de maior vulnerabilidade, o CRAS tem como missão prevenir a ocorrência de situações de risco social. Sua atuação é pautada pelo PAIF (Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família), que busca fortalecer os vínculos familiares e comunitários.




O Desafio da Gestão no SUAS

Para ocupar este cargo, a legislação (Resolução CNAS nº 17/2011) exige que o profissional seja de nível superior e, preferencialmente, servidor de carreira. Isso garante a continuidade das políticas de Estado, evitando que o CRAS seja usado como ferramenta política momentânea.


"Coordenar um CRAS é garantir que o Estado chegue onde ele é mais necessário, transformando vulnerabilidade em protagonismo."


Destaque Legislativo

O papel do coordenador está amparado por um robusto arcabouço legal que inclui a LOAS (Lei nº 8.742/1993) e a Norma Operacional Básica (NOB/SUAS), que definem as competências de gestão e a responsabilidade de manter o padrão de qualidade dos serviços ofertados à população.



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